Saúde auditiva infantil: saiba como detectar se o bebê não escuta bem

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Logo após o nascimento, o bebê é submetido à um exame chamado de triagem auditiva neonatal, o qual mede a capacidade auditiva da criança. Desde 2010, todas as maternidades são obrigadas a realizar o procedimento, mesmo as que fazem parte do Sistema Único de Saúde (SUS).

Antigamente, a execução do exame era indicada imediatamente após a criança nascer ou, no máximo, durante o primeiro mês de vida. Porém, segundo dados da Associação Espanhola de Pediatria (AEP), cerca de 80% dos casos de surdez infantil ocorrem no momento do nascimento e, por isso, médicos pediatras e fonoaudiólogos de todo o mundo realizam exames minuciosos na audição do bebê.

Este diagnóstico de perda auditiva infantil precoce permite que o tratamento tenha início logo após a constatação e, consequentemente, possibilita o desenvolvimento – até certo ponto – normal da comunicação da criança, tanto oral quanto escrita.

Claro que o famoso teste da orelhinha trata-se apenas de um exame preliminar, portanto, se o seu bebê não for aprovado no teste, não quer dizer que ele seja deficiente auditivo e irá precisar de aparelho auditivo, mas serve como um alerta aos pais.

Faça alguns testes com o seu bebê:

Por exemplo, entre três e quatro meses a criança deve conseguir firmar o pescoço e também virar a cabeça ao ouvir o próprio nome. Outra característica chama-se riso social, no qual o bebê sorri ao ouvir as vozes dos pais.

Além disso, é normal que o bebê tenha uma ligação incrível com a mãe, onde ela tem a capacidade de acalmá-lo apenas falando com a criança. Momentos assim são muito comuns durante os choros das madrugadas.

Caso o seu filho(a) não passou ou passa por essa fase e, além disso, ele(a) fica calmo apenas quando vê, de fato, o rosto dos pais, é hora de ligar o alerta e ir em busca de ajuda profissional.

Por outro lado, existem alguns pais que já preferem ir direto à raiz do problema e vão em busca de um especialista em audição, o qual irá realizar exames como a otoemissão acústica (OEA) e os potenciais evocados auditivos.

Enquanto o primeiro insere uma sonda que emite sons no canal auditivo, com o objetivo de registrar a resposta produzida na cóclea; o segundo exame tem por finalidade colocar fones de ouvido que emitem sons e registram os sinais que chegam ao cérebro por meio de sensores que estarão no couro cabeludo.

Pais, em casos de dúvidas, não deixem de levar seus filhos aos profissionais adequados, como os pediatras e fonoaudiólogos. Quanto antes o diagnóstico de deficiência auditiva comprovada, antes os especialistas irão indicar o melhor aparelho auditivo infantil.

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